Hot-dog/ Review

Personal Hot Dog: novo conceito de cachorro-quente

No sábado, 19 de fevereiro, aproveitamos que o fim do horário brasileiro de verão nos daria uma hora a mais e fomos a Samantha, o Veber e eu até o Personal Hot Dog em São José.

Quando você faz o pedido você já começa a entender o nome da marca: no seu cadastro que é vinculado ao seu telefone, o sistema deles anota o teu nome e vincula o teu primeiro pedido. Se você simpatizou com a escolha do lanche e quiser repetí-la pedindo tanto via tele-entrega ou ir até a lanchonete novamente, basta dizer seu telefone e o nome, confirmando o último pedido. Isso é bem vantajoso para quem retira ou acrescenta ingredientes à sua comida, se livra de ter que pedir ou do atendente errar e te fazer comer aquela ervilha indesejável que você não gosta.

Atendimento e pedido personalizados

O cardápio consiste em sete hot-dogs salgados, três doces e batatas fritas. Cada lanche salgado tem uma temática, como o Gaúcho (linguiça calabresa ao invés de salsicha e molho barbecue/churrasco) e o Russo (com molho de strogonoff). Já experimentei quase todos, visto que sou cliente há algum tempo, e o que mais gostei foi o gaúcho (e juro que aqui não tem nenhum bairrismo velado, é gosto mesmo pela calabresa frita e o barbecue). Vamos à sabatina:

Ambiente – 10

Ambiente agradável, bonito e limpo.

É climatizado, as cadeiras e as mesas são confortáveis, tem telas de LCD com shows e clipes de música, chão e paredes limpos, não há um cheiro forte de comida, o balcão de atendimento é estilo rede americana de fast-food e mesmo assim conseguem manter organizado. Absolutamente nada a reclamar nas minhas visitas em relação ao environment do local.

Atendimento – 8

Os atendentes são educados, anotam corretamente os pedidos, tratam com respeito e seriedade, são corteses, atenciosos e explicam detalhadamente a diferença entre os lanches e te ajudam na escolha do pedido. Só não leva 10 porque é absurdamente difícil fazer um pedido pelo delivery, não existe uma central de atendimento para atender a demanda que é muito grande, o telefone vive ocupado e você precisa perder pelo menos uma meia hora do seu sábado onde você poderia estar curtindo com a família pra conseguir pedir a comida.

Qualidade da comida – 9

 

O recheio, as carnes, os embutidos, a batata, sempre impecáveis. Só falham as vezes no pão, ou ele tem aspecto de velho ou está muito esfarelado por conta de ter passado demais na hora de “prensar”, o que torna o gosto e a textura um pouco deficientes.

A apresentação e manutenção higiênica do lanche é muito bacana: ele vem numa caixa de papelão lacrado e só você e o chapeiro têm contato com a comida.

Preço – 10

Não é um cachorro quente barato, mas convenhamos, não é um cachorro quente convencional. Um lanche como o Gaúcho, por exemplo, custa algo em torno de R$8, de acordo com o tamanho e a qualidade, acho até bem barato.

Observações:

  • Não tem wifi, ponto negativo.
  • Aceita cartões de débito e crédito.
  • Tem estacionamento próprio para cerca de 8 carros, e estacionamento no perímetro.

Nota média: 9,25.

Dados da lanchonete

  • Endereço: Rua Emerson Ferrari, 28 – Kobrasol – São José/SC
  • Telefone contato e delivery: (48) 3259-0095
  • Funcionamento: de terça à domingo
  • Site: personalhotdog.com.br

Recomendo a visita!

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3 Comentários

  • Responder
    Everton Veber
    22 de fevereiro de 2011 at 8:40 am

    Deveria de ter colocado a foto do meu lanche. Aberto, ao invés de prensado.

    Porque cachorro quente foi feito pra comer ‘aberto’ e pra se sujar! hahahaha

    Ah, eu colocaria um ponto a ser considerado: Refrigerante só em garrafinha de vidro.

    No mas, o lugar é muito bom.

  • Responder
    @TiagoMx
    22 de fevereiro de 2011 at 12:32 pm

    fiquei com vontade de ir, pena que é longe para ir (até de bike).

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